quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Decreto nº. 38057 de 19 de novembro de 2013 - Sítio de Relevante Interesse Ambiental e Paisagístico da Freguesia

" Decreto nº. 38057 de 19 de novembro de 2013
Diário Oficial do Município do Rio de Janeiro - 21/11/2013
Reconhece o Sítio de Relevante Interesse Ambiental e Paisagístico da Freguesia, XVI RA, com base no disposto pela Lei Complementar 111, de 1º de fevereiro de 2011, que instituiu o Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano Sustentável do Município do Rio de Janeiro."

Quem mora na região ou pretende morar, pode ficar mais tranquilo agora, pois aquela seção de estar morando em uma zona afastada da cidade por ver tanto verde a sua volta não vai mais acabar."
A região está em primeiro lugar em lançamentos imobiliários na sua maioria de alto padrão, e com dois e três quartos, apenas 2% dos seus imóveis são conjugados. Seus edifícios são concentrados principalmente nas ruas adjacentes ao largo do bairro, que são mais largas e próximas as saídas do bairro, como Araguaia, Joaquim Pinheiro, Três Rios e Bananal; também há um "eufórico" lançamento de lojas comerciais, na sua maioria na Estrada dos Três Rios.9 Mesmo assim, conserva suas diversas casas amplas e confortáveis com jardins e piscina, principalmente nos condomínios afastados das áreas comerciais e verticalizadas, já mais próximas à floresta da Tijuca. Ao longo da Estrada do Pau-Ferro, Rua Geminiano Góis, Estrada do Bananal, Estrada do Quitite e Estrada da Uruçanga,10 destacam-se condomínios Paraíso, Suíça Carioca, II Suíça, Eldorado, Capim Melado, Vilarejo, Pedras Douradas, Vale do Pau-Ferro, Vale Real, Franz Post, Bosque do Sabiá, Colina das Acácias, Colina Verde e Vivendas da Serra.
O decreto tem por objetivo preservar a paisagem pois este é o maior bem bem da cidade. Considerando a qualidade paisagística da baixada de Jacarepaguá, ambiente urbano composto por morros e vales, que proporcionam importantes visadas paisagísticas para o conjunto montanhoso do Maciço da Tijuca.
O que inclui o tombamento da Igreja de Nossa Senhora da Pena, o processo histórico de ocupação do bairro, de antigas fazendas casa de centro de terreno que fazem parte da memória dos moradores.
Em termos imobiliários o gabarito para construção de condomínios passa a ser de no máximo 6 pavimentos, o que deve valorizar ainda mais o imóvel na região.
Para aquele que pensam em morar na região melhor não esperar muito. 
Referencias: Ademi, Wikipedia, decreto 38057

terça-feira, 19 de novembro de 2013

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Prefeitura fará novo mapa cartográfico da Zona Oeste

Prefeitura fará novo mapa cartográfico da Zona Oeste

ASIDE

Objetivo é identificar imóveis construídos e ruas abertas nos últimos 13 anos na região
A Barra da Tijuca e outros 21 bairros da Zona Oeste vão passar por atualização cartográfica. No trabalho, feito pelo Instituto Pereira Passos (IPP), prédios, casas, imóveis comerciais, ruas e terrenos que surgiram desde o último cadastro, há 13 anos, vão ser incluídos no novo mapa, que ficará pronto no fim do ano que vem e incluirá uma extensão de 822 quilômetros. 
A prefeitura garantiu que o objetivo não é revisar dados para o IPTU e que o trabalho será realizado em três etapas, sendo a primeira a restituição cartográfica. Nela, serão identificadas, e representadas no mapa, as formas físicas encontradas no terreno.
A segunda parte será a análise em campo das informações. Nela, especialistas vão até às áreas para confirmar os dados, como número de portas, nomes de rua, etc. “Por fim, um grupo de edição ficará responsável por traduzir esse material coletado e torná-lo algo visual e prático de usar”, explicou o geógrafo do IPP Fabrício Fusco.
O trabalho será feito com uso da técnica conhecida como aerofotogrametria — câmeras acopladas a uma aeronave fazem o registro fotográfico do território. Segundo o gerente de Cartografia da Diretoria de Informações da Cidade (DIC), do IPP, Marco Zambelli, não é possível saber detalhes do imóvel, mas, dependendo da altura da casa, é possível identificar quantos pavimentos ela tem.
Zambelli explica, no entanto, que o objetivo principal é mapear hospitais, escolas, comércio, shopping e todas as grandes atividades comerciais e industriais da área. “Vamos identificar se certas ruas existentes são de loteamento particular ou de logradouro público”, explicou.
De acordo com o IPP, depois da Zona Oeste, há previsão de fazer trabalho semelhante em outras áreas do Rio que passaram por grandes transformações.
Acompanhamento é frequente em favelas 
O recadastramento na Zona Oeste não deve trazer novidades em relação ao crescimento das favelas. O acompanhamento da ampliação do território delas na cidade é feito periodicamente pelo IPP. “Isso já é acompanhado pela equipe do instituto através de ortofotos (fotos com projeção ortogonal, que permitem ver os ângulos da imagem)”, explicou o o gerente de Cartografia da Diretoria de Informações da Cidade, do IPP, Marco Zambelli. 
A nova base de dados sobre a Barra e outros bairros da Zona Oeste servirá para as próximas intervenções da Prefeitura e suas políticas públicas. Foi dessa maneira, por exemplo, que foram escolhidos os locais para as Escolas do Amanhã — programa do município que oferece estudo diferenciado para moradores de áreas de risco.
Um dia para conhecer o que a Prefeitura do Rio faz
O IPP vai promover nesta terça-feira o Dia dos Sistemas de Informação Geográfica, mundialmente conhecido como GISDay. Aberto ao público, o evento vai ser na sede do Instituto, em Laranjeiras, a partir das 14h.
No local, será possível conhecer ações da prefeitura para a disseminação de informações geográficas e sistemas de gestão fiscal e avaliação imobiliária que a Secretaria Municipal de Fazenda usa. Para os mais curiosos, a dica é assistir a uma demonstração online de mapas da cidade do Rio. 
O responsável pela apresentação, Luiz Roberto Arueira, explica que a importância para a sociedade é o compartilhamento de conhecimento junto ao corpo técnico da Prefeitura e a publicação das informações no Armazém de Dados, o portal de acesso às informações sobre a cidade.
Fonte: O Dia

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Imóveis à venda sobem 6,6% acima da inflação em 2013

Imóveis à venda sobem 6,6% acima da inflação em 2013

Valorização do preço médio do metro quadrado anunciado supera com folga a inflação pelo IPCA neste ano, mas em algumas cidades altas já são inferiores ao índice



André Valentim/Veja Rio
Orla do Leblon e de Ipanema, na zona sul carioca: o metro quadrado mais caro do país
Orla do Leblon e de Ipanema, na zona sul carioca: bairro mais caro do país teve retração de preço anunciado pelo segundo mês seguido
São Paulo – O Índice FipeZap Ampliado, indicador que acompanha a variação dos preços dos imóveis anunciados para venda em 16 cidades brasileiras, registrou um aumento no preço médio do metro quadrado anunciado de 1,3% em outubro, um pouco acima da alta de 1,2% de setembro. No acumulado do ano, a elevação do preço do metro quadrado anunciado para venda já chega a 11,3%, ou 6,6% acima da inflação do período medida peloIPCA, índice oficial do governo.
As maiores altas do mês ficaram com os imóveis à venda em Belo Horizonte (+3,70%) e Curitiba (+3,50%). Já Vitória (+0,1%), Salvador (+0,2%), Niterói (+0,5%) e Distrito Federal (+0,5%) tiveram os menores aumentos no preço médio do metro quadrado anunciado, abaixo inclusive da inflação que o mercado projeta para outubro, de 0,6%, segundo o Boletim Focus do Banco Central.
A capital paulista teve uma alta forte em outubro, de 1,2%. No Rio, a valorização foi um pouco mais modesta, de 0,9%, porém maior que a alta do mês anterior. De acordo com o relatório do Índice FipeZap Ampliado de outubro, o Leblon, bairro mais caro do país, viu retração no preço do seu metro quadrado anunciado pelo segundo mês consecutivo, de 22.084 reais para 21.886 reais.
Em outubro novamente nenhuma cidade viu retração nos preços pedidos pelos donos de imóveis. Curitiba continua sendo a cidade que mais puxa o Índice FipeZap Ampliado para cima, com uma alta de 38,4% em 12 meses.
Veja na tabela o desempenho de cada cidade no Índice FipeZap de outubro. Todas as 16 cidades compõem o Índice FipeZap Ampliado, lançado no início deste ano. Sete dessas cidades, em negrito, já compunham o Índice FipeZap Composto, existente desde 2010.
RegiãoVariação mensal Outubro/13Variação mensal Setembro/13Em 12 mesesNo ano
Belo Horizonte3,70%1,40%9,10%6,80%
Curitiba3,50%3,80%38,40%33,20%
Florianópolis1,90%1,50%15,20%13,10%
Porto Alegre1,50%1,40%14,90%12,30%
Fortaleza1,40%1,60%10,60%11,00%
Recife1,40%1,30%12,20%11,30%
São Caetano do Sul1,30%1,80%10,70%9,40%
Índice FipeZap Ampliado (16 cidades)1,30%1,20%13,40%11,30%
São Paulo1,20%1,20%13,40%11,20%
Índice FipeZap Composto (7 cidades)1,20%1,10%12,40%10,30%
São Bernardo do Campo1,10%1,00%9,10%8,10%
Santo André0,90%1,30%11,50%9,90%
Rio de Janeiro0,90%0,80%14,70%12,50%
IGP-M0,81%*1,50%5,22%*4,54%*
Vila Velha0,70%1,10%11,90%10,60%
IPCA0,57%*0,35%5,84%*4,38%*
Distrito Federal0,50%0,80%4,70%3,30%
Niterói0,50%0,20%9,00%7,00%
Salvador0,20%0,80%13,60%9,90%
Vitória0,10%1,50%14,50%12,70%
Fontes: Índice FipeZap e Banco Central
(*) Estimativa
Veja na tabela o preço médio do metro quadrado anunciado em cada cidade:
RegiãoPreço médio do metro quadrado (R$)
Rio de Janeiro9.700
Distrito Federal8.595
São Paulo7.631
Média Nacional7.143
Niterói6.892
Recife5.693
Belo Horizonte5.284
Fortaleza5.275
São Caetano do Sul5.171
Florianópolis4.963
Curitiba4.916
Porto Alegre4.770
Santo André4.493
Salvador4.378
Vitória4.333
São Bernardo do Campo4.246
Vila Velha3.764
Fonte: Índice FipeZap
O FipeZap tem dados disponíveis sobre São Paulo e Rio de Janeiro desde janeiro de 2008. Para Belo Horizonte, a série histórica começa em maio de 2009. Para Fortaleza, em abril de 2010; para Recife em julho de 2010; e para Distrito Federal e Salvador, em setembro de 2010. Já entre as novas cidades, incluídas no Índice FipeZap Ampliado, as cidades do ABC Paulista e Niterói têm dados disponíveis desde janeiro de 2012. Vitória, Vila Velha, Florianópolis, Porto Alegre e Curitiba têm as séries históricas mais recentes, iniciadas em julho de 2012. O FipeZap Ampliado foi lançado em janeiro deste ano.
O indicador elaborado pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) em parceria com o site Zap Imóveis, acompanha os preços do metro quadrado dos imóveis usados anunciados na internet, que totalizam mais de 290.000 unidades todos os meses. Além disso, são buscados também dados em outras fontes de anúncios online. A Fipe faz a ponderação dos dados utilizando a renda dos domicílios, de acordo com levantamento feito pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Veja o documento completo com todos os dados do Índice FipeZap de outubro:

Samy Dana explica o que está acontecendo com o mercado imobiliário no Brasil


Veja no video.

http://globotv.globo.com/globo-news/conta-corrente/v/samy-dana-explica-o-que-esta-acontecendo-com-o-mercado-imobiliario-no-brasil/2936506/

De a sua opinião.

Você acha que o Brasil pode viver uma bolha? 

Entenda o Mercado imobiliário com no limite para uso do FGTS

Edição do dia 01/10/2013
01/10/2013 21h27 - Atualizado em 01/10/2013 21h27

A partir desta terça-feira (1º), o teto do valor imóvel sobe de R$ 500 mil para R$ 750 mil nos estados de São Paulo, do Rio de Janeiro, de Minas Gerais e no Distrito Federal.

Começou a valer, nesta terça-feira (1º), o novo limite para o uso do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço na compra da casa própria. O repórter José Roberto Burnier mostra como fica o mercado imobiliário com a mudança.
Vai ficar mais fácil? Para quem tem dinheiro do Fundo de Garantia, vai. É que o governo elevou o valor máximo dos imóveis que os interessados podem comprar, utilizando o seu saldo do FGTS, tanto para o pagamento à vista, como para fazer financiamento pelo sistema financeiro da habitação, que cobra juros mais baixos.
A partir desta terça-feira (1º), o teto do valor imóvel sobe de R$ 500 mil para R$ 750 mil nos estados de São Paulo, do Rio de Janeiro, de Minas Gerais e no Distrito Federal. Nos outros estados, o valor máximo passa para R$ 650 mil.
Alexandra tinha encontrado o apartamento ideal, mas o valor não permitia que ela usasse o FGTS. “Faz um ano que eu estou procurando. O valor está muito acima do que a gente consegue pagar. E agora com esse novo refresco, com essa oportunidade, eu vou conseguir comprar. É o que eu imagino”, afirma a relações públicas Alexandre Salomão.
O apartamento que Alexandra quer comprar tem 55 metros quadrados. Não é nada grande. E deve ficar pronto no final deste ano. A construtora está pedindo R$ 590 mil. Mas o preço que vai ser levado em consideração pelo agente financeiro na hora de liberar ou não o Fundo de Garantia não é o da construtora. E sim aquele que for estabelecido pelo avaliador do banco.
O governo atendeu a um pedido das construtoras. Como, durante a construção, os imóveis se valorizavam, muitas vezes, na hora de assinar o financiamento, o valor de mercado do imóvel já tinha ultrapassado o teto permitido para uso do FGTS.
Por outro lado, se facilita a compra, aumenta a procura. E se aumenta a procura, isso pode levar a um aumento de preço. Isso explica, em parte, o que aconteceu depois do último aumento do limite, feito em abril de 2009.
Naquela época, o valor máximo passou de R$ 350 mil para R$ 500 mil. O aumento no limite, associado ao crescimento da economia e da geração de emprego e renda, fizeram os preços subirem, de abril de 2009 a agosto de 2013, 127% na cidade de São Paulo, 177% no Rio de Janeiro e 75% em Belo Horizonte.
“Se nós analisarmos essa medida isoladamente, o impacto é de pressão dos preços, principalmente num prazo mais curto, mas a gente precisa também levar em conta as outras questões que afetam o mercado imobiliário. Eu chamo atenção em particular para o mercado de trabalho, que já não vive um momento tão brilhante como viveu nos anos recentes”, avalia o economista Eduardo Zylberstajn, coordenador do Índice FipeZap.


FONTE JORNAL NACIONAL

Centro do Rio em alta

Centro do Rio em alta

O Dia, 03/nov

Coração financeiro da cidade, o Centro do Rio vem valorizando e chamando a atenção do mercado imobiliário. Com obras de revitalização e melhorias em infraestrutura e transportes, a região passa por uma nova fase de destaque, com vários lançamentos
imobiliários. 

Responsável pela construção dos hotéis Ibis e Novotel, no Centro do Rio, a Performance Empreendimentos Imobiliários, por exemplo, se prepara para lançar ainda este mês o comercial Passos Corporate. Localizado em um dos endereços mais centrais da cidade, a esquina da Avenida Passos com a Presidente Vargas, o empreendimento terá andares corporativos exclusivos e uma loja, além de estacionamento, auditório e sala de reunião. A conclusão prevista é outubro de 2015.



referencia a ADEMIRJ

terça-feira, 5 de novembro de 2013

Preço do m² no Leblon cai pelo 2º mês, para R$ 21,9 mil, diz FipeZap

Preço do m² no Leblon cai pelo 2º mês, para R$ 21,9 mil, diz FipeZap
No acumulado do ano, preço médio do m² em 16 cidades subiu 11,3%. Curitiba tem maior alta acumulada no ano em em 12 meses, acima de 30%.
G1
g1.globo.com

O preço médio do metro quadrado em 16 cidades avaliadas pelo índice FipeZap subiu 11,3% no acumulado do ano até outubro, para R$ 7.143, segundo o índice, divulgado nesta terça-feira (5). Com isso, a alta é 6,6% acima da inflação do período medida pelo IPCA (IBGE).
saiba mais
Preço do m² em 16 cidades sobe 10% em 2013 até setembro, diz FipeZap
Em 12 meses, a alta acumulada nas 16 cidades é de 13,4%. Em Curitiba, onde houve o maior aumento, a valorização foi de 38,4%. A cidade também teve a maior valorização do ano: 33,2%.
O Leblon, bairro mais caro do país, teve queda no preço do metro quadrado pelo segundo mês consecutivo e alcançou a média de R$ 21.866, de acordo com o índice. O bairro mais caro de São Paulo, a Vila Nova Conceição, tem metro quadrado em torno de R$ 13.499.
O Índice FipeZap, calculado pela Fipe, acompanha o preço médio do m² de apartamentos prontos em 16 municípios brasileiros com base em anúncios da internet. As cidades pesquisadas são Rio de Janeiro, São Paulo, Niterói, Brasília, Belo Horizonte, Recife, Fortaleza, São Caetano do Sul, Florianópolis, Porto Alegre, Santo André, Salvador, São Bernardo do Campo, Vitória, Curitiba e Vila Velha.
Nas 16 cidades, o índice teve aumento no preço médio anunciado do m² de 1,3% em outubro de 2013, valor ligeiramente maior do que o observado no mês anterior (1,2%). As maiores altas ocorreram em Belo Horizonte (+3,7%) e Curitiba (+3,5%) e as menores valorização ocorreram em Vitória (0,1%), Niterói (+0,5%) e Brasília (+0,5%).
O Rio de Janeiro tem o metro quadrado mais caro do país, de R$ 9.700; seguido por Brasília, R$ 8.595 e São Paulo, R$ 7.631. Os menores preços são os de Vila Velha (R$ 3.764), São Bernardo do Campo (R$ 4.246) e Vitória (R$ 4.333).
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